Apresentação Tboom Interactive [Muito bom]
Estava navegando pela comunidade Webminas e achei vídeo abaixo. O vídeo é um apresentação da Tboom Interactive, onde são mostradas algumas evoluções ligadas a internet. Vale a pena assistir!
Estava navegando pela comunidade Webminas e achei vídeo abaixo. O vídeo é um apresentação da Tboom Interactive, onde são mostradas algumas evoluções ligadas a internet. Vale a pena assistir!
O QR Code (Quick Response Code - Código de resposta rápida ) é um código de barras bi-dimensional criado pela empresa japonesa Denso-Wave em 1994. No Japão este código já vem sendo usado há algum tempo, e recentemente começou a ser utilizado aqui no Brasil. Uma das grandes vantagens do QR Code em relação ao código de barras que conhecemos é que ele armazena um número e informações grandes sem alterar o seu tamanho, diferentemente do código de barras tradicional.
O interessante no QR Code é que ele pode ser facilmente lido por um celular com câmera, pode ser de qualidade baixa (VGA), e um software apropriado que pode ser encontrado gratuitamente na internet. Esta fácil interação com o celular fez o QR Code despontar no Brasil como uma ferramenta de publicidade, já que permite armazenar letras, números, código binário e Kanji/Kana (caracteres do idioma japonês). A Nova Schin utilizou o QR Code em sua campanha no São Paulo Fashion Week 2008.
A capacidade de armazenamento do QR Code é a seguinte:
Numérica - Max. 7.089 caracteres
Alfanumérica- Max. 4.296 caracteres
Binário (8 bits) - Max. 2.953 bytes
Kanji/Kana - Max. 1.817 caracteres
Gere seu próprio QR Code em :http://qrcode.kaywa.com/
“QR Code é aberto para uso e sua patente, pela Denso-Wave, não é praticada.” (retirado do site da Denso-Wave).
Será realizado nesta quarta-feira (16/09) o segundo Quarta Web. A descrição do encontro segue abaixo.
Evento
O primeiro evento contou com cerca 50 pessoas que trabalham com Web no ES se conhecendo, revendo amigos e colegas e mostrando as caras do nosso mercado, o que mostra que a galera quer sim se ver, se conhecer e trocar idéias, muitas idéias. Que não foi perdeu!
E niguém pode perder a segunda edição que além da palestra tema traz a interação com o pessoal do BlogCampES e lança a idéia do “QuartaWeb PimpMySite” que deve dar o que falar, o que fazer e o que discutir.
Data/Hora
Quarta-feira, 16 de setembro às 19h00.
Marque na sua agenda, cadastre no seu calendar, programe seu calendar…
Programação
A programação já está fechada e o tema do evento é o uso de Metodologias Ágeis em Projetos Web. Além disso teremos outros 2 blocos mais rápidos mas não menos importantes. Segue a programação:
19h00 - Recepção do pessoal e apresentação da agenda do dia
19h15 - Balanço do BlogCampES
Convidamos o pessoal da organização do BlogCampES e a Emily(@opss) e o Thalles(@thalleswaichert) vão fazer um overview do que foi o evento e falar um pouco das discussões, produções e resultados do evento que aconteceu no mês passado.
19h45 - Painel sobre Metodologias Ágeis
Teremos 2 palestrantes [Denis Ferrari(@denisferrari) e Jeveaux(@jeveaux) ] fazendo duas apresentações sobre o tema.
Na sequência teremos uma mesa com a participação dos palestrantes e do Thiago Lino (@thiagolino) participando da discussão com base nas premissas do PMI.
20h45 - Apresentação do 3º QuartaWeb e do “QuartaWeb PimpMySite”
Apresentação da proposta de dinâmica para o próximo encontro e discusão do formato final.
21h00 - Happy Hour. \o/
Local
O local será o mesmo do primeiro encontro, um ambiente separado do Canto da Roça Bar e Restaurante, onde além das apresentação e da interação entre os participantes pode-se beliscar um tira-gosto e refrescar a garganta.
Inscrições
O formulário de inscrição nos ajuda a dimensionar o local e facilita para o caso de promoções e sorteios de brindes.
Cadastro em: www.webcapixaba.com.br
Achei este vídeo na Internet e achei o case mostrado nele bem interessante, principalmente porque mostra como a empresa integrou o marketing online e offline.
O case fala de uma ação feita por uma empresa de aluguel de carros da Costa Rica. Como os concorrentes alugavam seus carros principalmente para o turistas internacionais, a empresa focou a ação nas pessoas do próprio país.
A ação começou com o lançamento de um blog, que de início não estava vinculado à empresa, onde os usuário podiam enviar fotos dos buracos encontrados das estradas do país. O blog ficou famoso rapidamente conseguindo em torno de 30000 cliques em 15 dias. Após um tempo o blog se transformou na página oficial da empresa e a ação continuou pela televisão, impressos e outros. A ação usava a frase “Se você for dirigir por Costa Rica, use um carro que não é seu!” (livre tradução)
Com essa união de marketing online e offline a empresa alugou 100% de sua frota de carros, sendo que 95% foram alugados para pessoas do próprio país. A meta era alugar 80% de sua frota durante o verão.
No senso comum, os testes de software servem para encontrar erros. Nestes casos a palavra “erro” é usada de forma generalizada para indicar falhas no sistema. Os erros no sistema indicam um estado incorreto durante a execução que pode levar a uma falha no software.
A falha é quando ocorre discrepância entre o resultado obtido de um software e o resultado prescrito nos requisitos.
Os testes de software estão cada vez mais ligados à estratégia das empresas desenvolvedoras, pois ajudam a garantir vários itens que considerados diferenciais de seus produtos.
Os testes ajudam a garantir vários itens muito importantes.
Qualidade
A qualidade está relacionada ao fato de seu produto atender, ou não, as necessidades de seu cliente, sejam elas implícitas ou explícitas. Os testes ajudam a garantir que o produto atende todas as especificações.
Economia
Reduz o tempo gasto com retrabalho relacionado às manutenções corretivas, muitas vezes originadas por falhas de projetos e programação.
Segurança
Hoje, a maioria dos sistemas desenvolvidos conta com algum tipo de sistema de segurança, seja para uma área restrita de um site ou para lidar com transações de informações sigilosas.
Dependendo do projeto os testes de segurança podem ser considerados fundamentais, valendo de tudo para tentar “burlar” o sistema.
Confiabilidade
Neste caso os testes são para medir o período máximo de tempo que o software permanece funcionando sem apresentar falhas. Muitas vezes durante os testes podem ser encontradas soluções para aumentar a confiabilidade do sistema.
Negócio
Os testes podem gerar informações importantes para a gerência de uma empresa influenciando na decisão de liberar, ou não, o sistema desenvolvido. Neste caso, a equipe deve estudar as falhas encontradas e então criar estratégias para eliminá-las.
Técnicas de teste de software
Caixa branca
Esta técnica visa checar o comportamento interno do software. O responsável pelos testes deverá ter acesso ao código fonte do sistema, de forma a poder criar casos de testes para todas as interações possíveis.
Os itens verificados nestes testes variam de acordo com a complexidade do software e podem ser verificado desde validações e caminhos lógicos até se o código está de acordo com os padrões aceitos no mercado.
Caixa preta
Os testes de caixa preta levam em consideração o comportamento externo do software, não importando como ele funciona internamente. Estes testes são feitos fornecendo dados de entrada e comparando os dados de saída com os dados esperados (já conhecidos anteriormente).
Geralmente os testes de caixa preta são baseados nos requisitos do sistema.
Caixa cinza
Os testes de caixa cinza mesclam os testes de caixa preta e caixa branca. Exemplo: são fornecidos dados e entrada e então são verificados o comportamento interno do sistema e os dados de saída.
Fases de testes de software
Veja abaixo algumas fases referentes ao testes de software:
Teste de unidade
Nesta fase são realizados testes em partes do sistema e podem ser em sub-rotinas ou em trechos do código. O objetivo é encontrar falhas em partes pequenas do sistema funcionando de forma independente do todo.
Teste de integração
Nesta fase, como o próprio nome diz, são feitos testes na integração das partes do sistema. As falhas são comumente encontradas na comunicação entre os componentes. Por exemplo, um componente espera um valor Y mas o componente que deveria passar este valor retorna W.
Teste de sistema
Aqui serão realizados testes usando o sistema do ponto de vista do usuário final. Sempre que possível é recomendado que estes testes sejam feitos no mesmo ambiente e condições do usuário final.
Teste de aceitação
Testes realizados por usuários finais do sistema a fim de conferir se o sistema atende a todos os requisitos solicitados e se está de acordo com todos os critérios de aceito do sistema.
Teste de operação
Fase em que os testes são realizados pelos administradores do ambiente final do sistema. São feitas simulações para garantir que o sistema entrará no sistema de produção de forma segura e estável.
Como fazer os testes
O ideal seria que sempre houvesse uma equipe destinada a realizar testes de software, produzindo os relatórios necessários para que os problemas possam ser estudados e resolvidos.
Mas nem todas as empresas possuem estrutura que suporte ter uma equipe que siga todas as instruções para a realização de testes.
Nestes casos, uma boa saída é nomear alguém da empresa que não esteja envolvido na produção do sistema para realizar os testes. Claro que nestes casos as empresas devem definir quais os principais testes devem ser realizados de forma a atingir as partes mais críticas do sistema.
Os erros encontrados devem ser documentados com informações suficientes que ajudem na reprodução do erro, facilitando assim a solução do problema.
A documentação do erro deve ser definida pela empresa. É importante manter um histórico de falhas encontradas pois assim, ao final do projeto, pode ser feito um estudo e obter um aprendizado em cima dos erros que foram encontrados.
Conclusão
Os testes ficaram, por muito tempo, em segundo plano nas empresas que desenvolvem softwares, mas de um tempo para cá vêm sendo cada vez mais adotados como forma de garantir a qualidade dos produtos e muitas vezes como diferencial competitivo.
É certo que nem todas as empresas têm capacidade de ter uma equipe destinada a testes, mas precisam precisam procurar alternativas para realizar o mínimo de testes necessários para um software
Em meio ao turbilhão de informações e novidades relacionadas às redes sociais me deparei com uma matéria da Super Interessante, no mínimo, interessante. A matéria fala sobre a dificuldade cada vez maior que as pessoas encontram para ficarem sozinhas e pensar na vida, algo que é fundamental para o amadurecimento.
O engraçado nisso é que procurar se relacionar com outras pessoas é algo tão natural quanto se alimentar, mas mesmo assim especialistas estão preocupados se perda da capacidade das pessoas de ficarem sozinhas. Outros se preocupam com as consequências dessa troca do relacionamento real pelo virtual dizendo que podem causar até depressão.
Mas pra mim a melhor parte da matéria é a que diz o seguinte “Se buscar amigos virtuais é um instinto natural, qual o problema? Bem, se alimentar também é, e vivemos uma epidemia de obesidade“. Nesta parte eu só consegui fazer uma analogia: assim como muitas empresas ganham muito dinheiro com produtos para dietas e etc, muitas empresas já começaram e ainda vão faturar muito nessa nova epidemia de relacionamentos virtuais.
Se desligar dos relacionamentos virtuais é muito simples, basta apertar um botão, mesmo que isso seja, para muitas pessoas, tão difícil quanto fazer uma dieta.
Por falar nisso meu twitter: www.twitter.com/filipegb
A teoria da tripla restrição considera que o projeto possui, como principais restrições, o custo, o tempo e escopo/qualidade. A escolha entre o escopo e a qualidade depende do foco do projeto. Se, por exemplo, considerarmos como principais retrições o tempo, custo e o escopo, a consequência será a qualidade do projeto. Por sua vez se considerarmos a qualidade no lugar do escopo, este será a consequência.

A alteração em algum dos fatores faz com que pelo menos um dos outros se altere. Sendo assim, em um projeto em que as restrições são custo,tempo e escopo, a alteração no escopo do projeto faz com que o tempo e/ou o custo aumente ou diminua.
Muitas vezes a teoria da tripla restrição pode ser usada para gerenciar as expectativas do cliente, principalmente quando ele se empolga para adicionar novos itens no escopo e/ou pedir para que o projeto seja entregue antes do tempo estimado mas não se empolga na hora de investir mais dinheiro para atender às suas necessidades. O uso da teoria para para gerenciar expectativas começa educando o cliente, ensinando a teoria da tripla restrição. Depois que o clinte entender esta teoria, conversar com ele sobre alterçoes no projeto pode se tornar algo muita mais simples.
É importante salientar que para usar a teoria da tripla restrição no gerenciamento de expectativas é necessário que o itens considerados como restrição (tempo, custo, escopo e/ou qualidade) estejam bem claras e aprovadas pelo cliente.
Baseado na tripla restrição, um projeto termina com sucesso quando o produto ou serviço especificado é entregue contendo tudo que foi definido no escopo, no prazo, dentro do orçamento previsto e com qualidade.
Bom, estou literalmente recomeçando este blog (apaguei tudo) com o objetivo de fazer algo de qualidade e relevante. Este blog será especialmente focado em Gerência de Projetos e Internet e portanto o primeiro post será destinado à definição destes dois itens.
Vamos a eles:
Gerenciamento de projetos: aplicação de habilidades, conhecimentos, técnicas e ferramentas às atividades do projeto com o objetivo de atender as suas demandas. O gerenciamento é feito a partir da integração dos seguintes processos:
Gerente de projetos: o gerenciamnto citado acima é realizado por uma pessoa denominado “Ferente de Projetos” , que tem entre suas atribuições: